Não falei da Branca de Neve e os Sete Anões, falei Turma da Xuxa, Turma da Mônica e Turma da Penélope, no texto não tinha anão
Publicado em 24 de abril de 2025

( Parte I )
Não costumo responder aos leitores que questionam os meus textos, ou aqueles que fazem defesas dos criticados por interesses próprios, mas abrirei uma exceção. Eu escrevi um texto criticando a Turma da Penélope e os vereadores da gestão passada. Parece até que eu escrevi um texto falando da Branca de Neve, porque surgiu um anão, muito parecido com o Zangado da Branca de Neve, tipo um baixinho da Xuxa, travestido de leitor da coluna, achando que sua Branca de Neve e tutora, estava sendo ameaçada e reagiu como um pequinês acuado.
O texto que o Zangado publicou em um grupo de WhatsApp não questiona e nem sequer discorda do que eu publiquei no texto, significa que a verdade que foi publicado ele concorda. Se ele concorda com o crítico que mostra desmoralização na gestão municipal, ele não se enquadra na Turma da Penélope. Deve fazer parte mesmo da turma da Branca de Neve.
Por não ter como contestar a verdade publicada no texto, ele partiu para fazer acusações levianas, tiradas do seu minúsculo cérebro. A primeira acusação que ele achou de fazer foi de que eu fui “servidor público e cargo de confiança de vários governos.” Eu agradeço pela citação dando importância aos cargos de confiança que tive como servidor público em duas gestões. Graças a Deus foram somente duas.
A segunda acusação eu também agradeço, mostra que ele está bem informado. Ele diz que quando eu estava exercendo a “ função de servidor várias denúncias recaíram (sob ) sua pessoa e pasta.” Coloquei um parêntese pra chamar a atenção para o sob. Então se é sob, foi abaixo de mim, não recaíram sobre mim.
Engraçado que esse Zangado, que agora está trabalhando na comunicação da prefeitura, é o mesmo que tentou fraudar uma licitação feita nessa mesma prefeitura para a contratação de empresa de publicidade, na gestão de Temóteo Brito.
Ele participou com sua empresa e no final da licitação, no último envelope, havia uma espécie de exposição de motivos, mostrando que aquela empresa estava apta e qualificada para prestar serviço para a prefeitura.
Havia uma despedida e a assinatura do responsável. A exposição de motivos da empresa dele estava dentro do padrão exigido, só que na última linha, aonde dizia: aqui a empresa tal se coloca a disposição etc, etc, ele esqueceu de apagar o nome de uma empresa que fez aquela exposição de motivos, caracterizando que a empresa dele havia copiado o texto daquele documento. Era uma outra empresa se colocando a disposição e não a dele. Foi sumariamente desclassificado, por fraudar um documento para concorrer na licitação.
Como o texto ficou muito longo, as outras histórias do nosso Zangado eu deixei para contar na próxima coluna.
Mas, segundo suas mentiras, eu teria falado que “iria acabar com a reputação da marca criada pelo primeiro professor de Educação Física da nossa cidade, Valter Cezar.”
O Zangado seu pai foi um grande ser humano, uma grande pessoa, foi professor de natação de todos os meus filhos, fez os vídeos dos 15 anos da minha filha, depois fez os vídeos do casamento dela, conversei muito com seu pai. Eu jamais falaria alguma coisa contra o Valter Cezar.
Acho que você não deveria usar o nome do seu pai pra nada. Ele jamais lhe ensinaria fraudar um documento, ele jamais lhe ensinaria mentir dizendo que tinha uma agência de publicidade quando tinha na verdade uma empresa de produção de vídeos.
(Continua na próxima coluna)
Fonte: Por Érico Cavalcanti

