Algemas à vista?! Será? Oficial de Justiça leva mandado para Tequinha ex-presidente da Câmara de Teixeira de Freitas
Publicado em 29 de julho de 2025
Vereadores Jonatas Santos e Tequinha Brito
Se tudo correr dentro da normalidade como manda a Lei, teremos em breve o primeiro ex-presidente da câmara de vereadores de Teixeira de Freitas, o vereador Tequinha Brito, saindo com pulseiras prateadas, mais conhecidas como algemas. Tequinha Brito é um subproduto político do falecido ex-prefeito Temóteo Brito.
Como todo subproduto ele também foi originado do resíduo do produto principal, aqui no caso o lado descartável, o pior lado do Temóteo. Em anos de convivência o Tequinha descobriu um lado em Temóteo sem inteligência, só ele descobriu esse lado, e foi esse que ele escolheu para copiar, deixando de escolher o melhor lado do velho político para se edificar como político.
Tequinha Brito foi eleito para seu primeiro mandato estando ainda no grupo político de Temóteo Brito, quando este ainda era prefeito. Após se eleger, se juntou a “marcelo prefeito” traindo Temóteo Brito. Passou a ser da base aliada do prefeito e a fazer parte do grupo de vereadores que durante quatro anos fez tudo o que “marcelo prefeito” quis. Ao assumir a presidência da câmara, Tequinha Brito achou que estivesse numa das “cafuas de jogo” que ele costuma frequentar.
Apostou na impunidade e resolveu aprontar. Tantas ele fez que um dia a casa caiu.
Um Oficial de Justiça do MPF esteve na Câmara com um mandado procurando o ex-presidente, o vereador Tequinha, como um mandado é uma ordem judicial, geralmente escrita, emitida por um juiz para que uma pessoa cumpra determinada ação, logo se não existe ainda um processo, mas por exemplo um inquérito (investigação) ele como parte é intimada.
O presidente da câmara, o vereador Jonatas Santos, em entrevista para uma emissora de rádio do município, disse que: a tal obra faraônica da reforma da câmara, aquela dos 4 milhões de reais, que a empresa vencedora da licitação apresentou documentos fraudados e com denúncias feitas, mas mesmo assim Tequinha não anulou a licitação, teve 98% da obra paga por Tequinha, quando apenas 48% da obra estavam prontos.
De absurdo em absurdo, observando com atenção essa ida do Oficial de Justiça atrás do Tequinha, temos como:
– Absurdo 1: o valor da reforma;
– Absurdo 2: a empresa ter vencido com documentos fraudados;
– Absurdo 3: o pagamento de 98% da obra, (quase o total dela) quando estavam prontos apenas 48%;
– Absurdo 4: o pagamento para a empresa sem fazer a medição da obra, como exige a Lei;
– Absurdo 5: a compra de café e açúcar, meia tonelada, no final de dezembro.
É evidente que esse interesse de pagar quase o total da obra, sem medir, foi motivado pelas eleições que estavam chegando. E vamos convir que 500 quilos de açúcar representam 41,666 quilos por mês, para usar no cafezinho da câmara.
Como absurdo maior é o vereador Tequinha achar que isso é normal e fazer discurso achando que essas denúncias não chegariam aos MPs.
Fonte: Por Érico Cavalcanti

