CPI da Saúde: Sloane – a musa da CPI conta a verdade e é alvo de perseguição no novo emprego
Publicado em 03 de setembro de 2026
Sloane Gomes, a musa da CPI de Teixeira de Freitas
Sloane, ex-secretária de Saúde do município de Teixeira de Freitas, quando foi ouvida na CPI da Saúde falou a verdade, não tinha nada a esconder, mas uma declaração que deu parece ter abalado alguns “caminhos emaranhados e cheios de segredos” do contrato entre o instituto Setes e a PMTF. Após o seu depoimento na CPI, (quando declarou que fez um relato ao prefeito M. Belitardo sobre algumas inconsistências que constavam no contrato com o Instituto SETES, contrato de $200 milhões, a ordem do prefeito foi: “É para seguir” teria dito o prefeito M. Belitardo) foi então articulado um movimento de baixíssimo nível moral para desacreditar e denegrir a reputação da ex-Secretária de Saúde.
Usaram para isso alguns sites e rádios a serviço da PMTF, mas omitiram a informação completa e verdadeira, até expondo esses veículos a um processo. O que foi omitido nessa tentativa de destruição da reputação da ex-Secretária é vergonhoso. Foi publicado que ela foi responsável por” emprestar medicamento do município a empresa Medkar e que não houve a devolução dos medicamentos”. Sim, esse empréstimo de medicamentos a uma empresa e a empresa emprestar ao município, é comum, é um “socorro de mão dupla”. Só que esqueceram, aliás não se interessaram em publicar dois pontos importantes. O primeiro ponto: o empréstimo foi no inicio da transição do município para o Instituto Setes. A Medkar pegou emprestado os medicamentos para atender ao Instituto Setes, que pediu para uso nos hospitais do próprio município.
O segundo ponto: existe o documento de devolução dos medicamentos.





Esses empréstimos são muitos comuns e o município pega empréstimo e já pegou por diversas vezes e as vezes até “esquece” que pegou. Quando a ex-secretária entrou o município ficou sem contrato de luva estéril, é fácil imaginar a loucura que foi os hospitais do município sem luvas estéril (luva cirúrgica) é um equipamento de proteção individual descartável e livre de microrganismos, para procedimentos cirúrgicos e invasivos. A ex-secretária pegou emprestado com uma empresa privada e até hoje o município não devolveu. Engraçado né?


As perseguições e baixarias contra a ex-Secretária não foram somente as produzidas nas matérias dos sites e rádios a serviço da PMTF, a maior baixaria, o maior mau-caratismo contra a ex-Secretária, articulada nos porões da prefeitura, foi tê-la demitido do seu emprego numa empresa privada. Explico, a tal empresa, uma instituição de ensino que mantém convênio com a PMTF, recebeu um telefonema aconselhando-a a demitir a ex-Secretária, para que não viesse a perder o convênio com a prefeitura.
Não fui informado qual o nome da rosa que ligou para a faculdade, mas isso não interessa. Vamos esperar que outros escândalos apareçam, como esse que está prestes a estourar, o das cadeiras de roda do CER IV, noticiado pela Viviane Moreira, a Repórter Investigativa.
Fonte: Por Érico Cavalcanti de Albuquerque Lêdo



